The death of the first station generates on the moon

planta lua
factory Moon

(Andrew Bret Wallis/Getty Images)

The first plant was born on the moon. It appeared in one of the experiments on board the lander of the Chinese Chang’e 4, which in the beginning of January it became the first mission to perform a landing on the dark side of the moon. But after just 24 hours of announcement of this, Chinese scientists released the bad news: the plant died.

This was already expected. “It’s not going to survive the night of the Moon,” said Professor Xie Gengxin, Chongqing University, coordinator of the trade. Unlike our planet, where the night lasts an average of 12 hours in the moon, the periods of darkness creeping for almost two weeks. Last Sunday (13), with the fall of the first night of the moon since the arrival of the Chang’e 4, the probe went into hibernation to conserve energy — and that was the end of little.

broto algodão lua
cotton buds Moon

bud of cotton in a cage by the probe of the Chinese Chang’e 4 Chang’e 4chang’and 4

A bud of cotton in a cage by the probe of the Chinese Chang’e 4 Chang’e 4chang’and 4 (China National Space Administration/handout)

As we have natural channels no atmosphere to retain part of the heat of the sun, the temperature change is huge. In the long night has reached at least 170 degrees. The absence of sunlight and extreme cold prevented that the blade will survive the rigors of space. In addition to cotton, the trade also included seed potatoes, which is a type of yeast, and watercress, in addition to home through.

The expectation was that micro-ecosystem to emerge in plants provide the oxygen necessary for the survival of drosófilas that if alimentariam ferment and produce carbon dioxide that will ensure the photosynthesis of plants. Chinese space agency did not confirm if the eggs hatched, but he said that there is no risk of contamination of the surface of the moon since the greenhouse is sealed.

I don’t seem to have been at this time that an unusual group of organisms, the floor could give way to stay alive on the surface of the moon. Drosófilas wouldn’t be the first colonists of the moon. But this type of trade is very promising — and should be done often. “We can’t simulate the lunar environment, with micro-gravity and cosmic radiation,” said Professor Xie. To understand the effects of these conditions on biological systems is essential to ensure human safety in the future.

BRASÍLIA – o presidente da República, Jair bolsonaro, e a presidente da Argentina, Mauricio Macri, reuniu-se esta quarta-feira, 16, no Palácio do planalto. Na agenda da reunião foram as questões relacionadas com o comércio, as relações bilaterais, a defesa e a luta contra o crime organizado. Os dois ainda tinham um almoço no Itamaraty, com os ministros dos dois governos.

Em um discurso após a reunião, Macri condenou a ditadura do venezuelano Nicolás Maduro. “Estamos preocupados com a ditadura de Nicolás Maduro. Nós não aceitamos esse arremedo de democracia e esta tentativa de vitimização, quando na verdade, eles são os algozes. A comunidade internacional já percebeu que Maduro se perpetua no poder com a eleição de manequim. É uma situação desesperadora. A Assembleia Nacional é a única instituição legítima da Venezuela, eleito democraticamente pelo povo venezuelano”, disse ele.

Antes do discurso de Macri, bolsonaro disse que a preocupação do Brasil com a Argentina, com a situação na Venezuela é um exemplo de cooperação entre os dois países. “Só reforça que vamos continuar avançando na direção certa em defesa da democracia, da liberdade, da segurança e do desenvolvimento.”

Bolsonaro é um sinal de uma arma para Macri no Itamaraty. Foto: Ernesto Rodrigues/Estadão

Bolsonaro também disse que os dois concordaram que “construir” uma Mercosul “enxuto”, para continuar a ter relevância no cenário internacional. “É preciso valorizar a tradição original do Mercosul, com a abertura comercial, a redução de barreiras, e a eliminação da burocracia”, disse ele. “Concordamos também que, com o Uruguai e o Paraguai, precisamos aperfeiçoar o Mercosul.”

De acordo com o presidente, no plano externo, é necessário concluir as negociações o mais promissor, e iniciar novas negociações, “com criatividade e flexibilidade para recuperar o tempo perdido”. Ele não citou nenhuma negociação em especial, apesar de que o Mercosul está em conversações com a União Europeia para um acordo de livre comércio.

Macri salientou a intenção de “modernizar” o Mercosul e citou o acordo com a União Europeia. “É fundamental para acelerar e concluir negociações externas que temos em curso. Com a União Europeia, avançou como nunca antes, exigia um grande esforço. Com a chegada do bolsonaro, nós temos a oportunidade de renovar o compromisso político e dar vantagens para os dois blocos,” ele disse.

Reformas

Bolsonaro disse que as reformas que os dois países realizam são fundamentais para o crescimento sustentável, sem se referir a qualquer reforma específicos. A Argentina aprovou uma reforma da Previdência, em 2017, já durante o governo de Macri, enquanto bolsonaro se prepara para enviar um texto que altera o sistema de aposentadoria no Brasil.

O presidente brasileiro também comentou sobre o comércio entre os vizinhos e disse que “não há tabu na relação bilateral”. “O que nos move é a busca de resultados concretos para o bem-estar dos brasileiros e argentinos”, disse bolsonaro, que também afirmou que não há “viés ideológico” nas negociações com Macri.

De acordo com ele, uma boa parte do comércio entre os dois países envolve bens manufaturados de alto valor agregado, sem citar qualquer setor. A Argentina é o principal consumidor de carros exportados pelo Brasil. Os dois têm um acordo de comércio para este setor expira em 2020. As negociações para a renovação já estão em andamento e têm esbarrado em discordâncias sobre o estabelecimento de um limite para as exportações brasileiras, atualmente, para cada us$ 1 importados da Argentina, em veículos e auto-peças, o Brasil pode exportar US$ 1,5.

Macri, em seu discurso, ressaltou que o Brasil é o principal parceiro comercial da Argentina e disse que, quando um país está em um bom momento, ajudar uns aos outros. “Precisamos de dois para estar em um bom momento”, disse ele. Bolsonaro, por sua vez, afirmou que acompanha com interesse os esforços de Macri para reconstruir a economia argentina.

Além do comércio, as conversas com Macri estavam em questões de fronteiras, de defesa, de luta contra o crime organizado e a energia nuclear, disse bolsonaro. Macri, em seu discurso, disse que o encontro foi produtivo e que envolveu questões relacionadas com o poder Judiciário, de segurança e de inteligência, para combater o tráfico de drogas, crime organizado e lavagem de dinheiro

Ainda na manhã de quarta-feira, o ministro da Justiça, Sergio Moro, falou sobre a revisão do tratado de extradição entre o Brasil e a Argentina. De acordo com ele, a ideia é que o documento de extradição, no caso da prisão de uma pessoa no país vizinho, seja em avançar sem passar através dos canais diplomáticos, para, em seguida, ser formalizada. Atualmente, o tratado em vigor é o da década de 1960.

“Reforçar os laços”

Pouco antes da reunião, Jair bolsonaro disse em um post no Twitter que a reunião iria ser uma oportunidade para “estreitar os laços” e que o país vizinho é uma “nação irmã”.

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Jair M. bolsonaro@jairbolsonaro

Hoje, às 10:30, eu vou receber a Presidente da Argentina, @mauriciomacri . É a primeira visita oficial de um Chefe de Estado ao Brasil desde a minha posse. Uma grande oportunidade para reforçar os laços de amizade com esta nação irmã!

Flag of Argentina
Bandeira da Argentina

42,6 mil09:27 – 16 de janeiro de 2019Informações e sua privacidade no Twitter Anúncios6.754 pessoas estão falando sobre isso

“Hoje, às 10:30, eu vou receber a Presidente da Argentina, @mauriciomacri. É a primeira visita oficial de um Chefe de Estado ao Brasil desde a minha posse. Uma grande oportunidade para reforçar os laços de amizade com esta nação irmã!”, escreveu bolsonaro.

Ausente na cerimônia de posse do bolsonaro, com a alegação de que ele estava em férias na Patagônia, Macri, veio para o Brasil com uma equipe de importantes ministros, que incluem Nicolas Dujovne (Economia), Dante Sica, (Produção), Jorge Faurie (negócios Estrangeiros) e Oscar Aguad (Defesa).

Após uma reunião na manhã de quarta-feira, o Ministério da Economia com as autoridades argentinas, o ministro da Agricultura, Teresa Cristina, disse que o encontro debateu-se “um novo olhar” sobre o Mercosul. Guedes também participaram da reunião com os ministros da argentina, Dujovne e Sica.

Os dois governos devem falar sobre a criação de um novo bloco para substituir a União de Nações Sul-Americanas (Unasul). O governo brasileiro acredita que o bloco é “praticamente fechado” e propor a utilização de fóruns já existentes no Mercosul, para substituir a organização em áreas como infra-estrutura e questões de fronteira.

 

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